Em um dia como este, no ano de 1828, nascia na cidade de Nantes, França, aquele que ao lado do H.G Wells, fundaria um novo estilo literário que marcaria os tempos posteriores, a ficção científica. Tal gênero deixaria um legado inestimável para as gerações de adultos, jovens e crianças no mundo inteiro. Sobretudo aos jovens, pois, é justamente nessa época da vida em que fervilham as maravilhas do fervor da curiosidade, aventura, das descobertas de novos mundos e universos. Os trabalhos literários desse homem foram igualmente desprezados, rejeitados pelas mais altas e reconhecidas editoras de seu tempo, que lástima elas teriam hoje ao constatarem a imortalidade e atemporalidade das obras desse exímio e profético escritor. Que vergonha teriam ao se depararem com estantes e livrarias lotadas de seus livros, igualmente os cinemas, a televisão, o streaming. Da volta ao mundo em oitenta dias a cinco semanas num balão, ressurgindo das vinte mil léguas submarinas e percorrendo os caminhos da ilha misteriosa, esse enigmático e multifacetado homem foi capaz de prever as mais incríveis tecnologias num futuro distante desde a invenção do submarino até os foguetes espaciais. Ah! que diria esse imortal em relação a nossa atual evolução e a maneira com a qual nos relacionarmos com a tecnologia? Ele era um facínora pelas invenções e descobertas do século XIX, mais que isto; era um homem além, muito além de seu tempo e que através do seu intelecto e poder mental criativo soube ser grande. Abandonou as leis para dedicar-se a paixão de sua vida, a literatura, mesmo contrariando a vontade de seu progenitor. Esse homem, meus caros, foi nada mais, nada menos, que Julio Verne. O maior escritor de ficção científica de todos os tempos. A maior influência literária da minha vida.
Imortal. Gênio!
Julio Verne vive na alma de cada um de nós através das constantes inquietações e indagações do gênio humano. Enquanto houver humanidade, ciência e tecnologia aí haverá também Julio Verne. Viva!
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