Leituras e Páginas do Leo
"A literatura, como toda a arte, é uma confissão de que a vida não basta." (Fernando Pessoa)
A leitura é uma forma de chegar ao conhecimento e de enriquecer a nossa sabedoria (Rubem Algarve).
quarta-feira, 27 de setembro de 2023
Google: 25 anos de uma empresa que revolucionou o conceito de internet
segunda-feira, 25 de setembro de 2023
Coleção Imortais da Literatura Universal: qualidade editorial e pioneirismo de uma coleção de clássicos que marcou gerações
sábado, 9 de setembro de 2023
Manifeste. Desobedeça. Seja você.
sábado, 19 de agosto de 2023
"Super" é um álbum de maturidade
segunda-feira, 31 de julho de 2023
sábado, 15 de abril de 2023
14 de abril de 1912 - Jamais esquecer
Há exatos 111 anos, nesta mesma data, naufragava o colossal cruzeiro de luxo, RMS Titanic, aquele que ficaria cravado na história como "o navio que nem Deus afunda", pois, asssim ralhavam todos das mais altas classes que nele embarcaram e também os seus engenheiros e construtores. Mas o fato, meus amigos, é que ele afundou e que desastre! Naufragaram salões luxusos, exuberantes, as sedas e pratarias, assim como os metais preciosos que de nada valeram ante as cortantes e tenebrosas águas do Oceano Pacífico! Restando apenas sapatos de couro! Pasmen! Sapatos de couro no fundo do mar.
14 de abril de 1912 - Tal data se encontra tão presente no inconsciente coletivo tal qual os trechos dos textos introdutórios do Gênesis ou dos salmos da Bíblia cristã, porque, é justamente nessa anomalia histórica interminável que transformou-se o grandioso navio - em partes deve-se ao famoso filme de maior bilheteria do cinema, sim, você já ouviu falar ou o viu ao menos uma vez na vida - TITANIC, de 1997, de James Cameron - produção esmerada e fidedigna da tragédia, que não só consegue manter-se no posto de uma produção permeada de referências épicas, românticas e históricas, como também obteve a façanha, como poucos filmes souberam fazer até então de encher nossos olhos a cada exibição e de nos transportar e vivenciar cada um daqueles trágicos e perturbadores últimos momentos dos dramas humanos e existenciais ali reproduzidos - a luta pela sobrevivência em detrimento do abandono das formas mateiriais efêmeras, talvez esta seja a maior lição da tragédia e o maior segredo do filme, a capacidade de luta da nossa espécie em meio a situações desafiadoras e brutais.