quarta-feira, 8 de fevereiro de 2023

Julio Verne, Imortal


Em um dia como este, no ano de 1828, nascia na cidade de Nantes, França, aquele que ao lado do H.G Wells, fundaria um novo estilo literário que marcaria os tempos posteriores, a ficção científica. Tal gênero deixaria um legado inestimável para as gerações de adultos, jovens e crianças no mundo inteiro. Sobretudo aos jovens, pois, é justamente nessa época da vida em que fervilham as maravilhas do fervor da curiosidade, aventura, das descobertas de novos mundos e universos. Os trabalhos literários desse homem foram igualmente desprezados, rejeitados pelas mais altas e reconhecidas editoras de seu tempo, que lástima elas teriam hoje ao constatarem a imortalidade e atemporalidade das obras desse exímio e profético escritor. Que vergonha teriam ao se depararem com estantes e livrarias lotadas de seus livros, igualmente os cinemas, a televisão, o streaming. Da volta ao mundo em oitenta dias a cinco semanas num balão, ressurgindo das vinte mil léguas submarinas e percorrendo os caminhos da ilha misteriosa, esse enigmático e multifacetado homem foi capaz de prever as mais incríveis tecnologias num futuro distante desde a invenção do submarino até os foguetes espaciais. Ah! que diria esse imortal em relação a nossa atual evolução e a maneira com a qual nos relacionarmos com a tecnologia? Ele era um facínora pelas invenções e descobertas do século XIX, mais que isto; era um homem além, muito além de seu tempo e que através do seu intelecto e poder mental criativo soube ser grande.  Abandonou as leis para dedicar-se a paixão de sua vida, a literatura, mesmo contrariando a vontade de seu progenitor. Esse homem, meus caros, foi nada mais, nada menos, que Julio Verne.  O maior escritor de ficção científica de todos os tempos. A maior influência literária da minha vida. 
Imortal. Gênio!
Julio Verne vive na alma de cada um de nós através das constantes inquietações e indagações do gênio humano. Enquanto houver humanidade, ciência e tecnologia aí haverá também Julio Verne. Viva!